Pets proibidos no condomínio, o que fazer?

pets proibidos no condomínio

Pets proibidos no condomínio, e agora?

Viver em sociedade não é algo difícil quando há o esforço de todos.

Porém, sabemos que nem sempre o esforço de todos existe.

E, então, é preciso lidar com certas situações por meios legais.

Esse é o caso da presença dos pets em condomínios.

Que têm sido um dos principais motivos de desentendimento entre os moradores.

Principalmente nesse período de quarentena, onde passamos mais tempo em casa.

E esses problemas crescem ainda mais.

Se você tem pets e mora em um condomínio, possivelmente já teve que lidar com uma situação bem chata:

Os vizinhos reclamando do barulho dos animais.

Porém, para resolver esses problemas envolvendo vizinhos e pets, nem sempre é na base do diálogo.

É preciso se informar para saber quais são os seus direitos legais.

Afinal, o que a lei diz sobre pets proibidos no condomínio?

Em 2019, o Superior Tribunal de Justiça decidiu que é proibido vetar a presença de animais em condomínios.

Reafirmando o direito de um morador ter pets.

Porém, nessa decisão, a proibição do animal será permitida se o pet representar algum risco à segurança, à higiene e à saúde dos demais moradores.

Ou seja, o morador tem direito a ter seus animais de estimação dentro do seu apartamento.

Independente do porte.

Mas ele pode ser expulso se as vacinas não tiverem em dia.

Ou se ele incomodar os demais moradores com latidos fora do horário permitido.

Existe alguma forma de prevenir problemas no condomínio relacionados aos pets?

Por mais que não tenha nada melhor para animar o seu imóvel do que um pet, nem todos dividem esse mesmo pensamento.

Ele está fazendo mais barulho do que devia?

Ou apresentando algum tipo de comportamento que atrapalhe os demais moradores do condomínio?

Então é necessário arrumar formas de prevenir qualquer atrito.

Para evitar os atritos, a primeira coisa aconselhável a se fazer é consultar o regulamento do condomínio, verificando o que estatuto diz sobre.

Pois, por mais que ninguém possa ter o direito de negar os pets, algumas outras regras precisam ser respeitadas.

Como só utilizar o elevador e a porta de serviço, por exemplo.

Sujeira

A questão de higiene é outro ponto que gera muitos atritos entre os vizinhos.

É algo óbvio.

Mas é sempre preciso lembrar que é fundamental que o dono tenha o máximo de cuidado com a higiene do seu animal.

Ou seja, não se esquecer de levar uma sacolinha para recolher os dejetos quando eles forem passear.

E evitar que eles circulem muito pelas áreas sociais do condomínio, para que se evite que ele faça alguma necessidade no lugar errado.

O mau cheiro também é outro grande problema de convivência.

Por mais que pareça algo muito absurdo, nem todos os “pais de pets” têm o cuidado que deveriam em relação a higiene dos animais.

E, assim, potencializam o mau cheiro deles, seja por falta de banho ou qualquer coisa relacionada às necessidades dos animais.

Por isso, evite problemas cuidando da higiene do seu animal, dando banho e recolhendo suas necessidades sempre que possível.

Falta de vacina pode deixar pets proibidos no condomínio

Como falamos acima, a vacinação pode acabar causando a expulsão do seu pet.

E é normal em muitos condomínios os síndicos exigirem a vacinação em dia dos animais.

Essa medida é necessária, pois evita a proliferação de doenças, garantindo o controle sanitário.

E também é a certeza de que os demais animais do prédio não possuem nenhuma doença.

E, assim, não irão contaminar seu melhor amigo.

Elevador de serviço

Sabemos que nem sempre os seus vizinhos gostam de pets em casa como você.

Para evitar qualquer tipo de problema, procure utilizar sempre o elevador de serviço quando estiver com o seu pet.

Isso evita que ele tenha contato com outros moradores, gerando algum mal-estar.

Utilizando o elevador do serviço com o seu pet, o morador evita qualquer problema, pois estará em seu direito.

Porém, de qualquer forma, se o seu pet for de porte pequeno, é ideal que o leve sempre no colo até o local do passeio.

Não só por ser um local compartilhado, mas para também evitar qualquer perigo que um elevador possa causar aos pets.

Que geralmente são muito curiosos.

Caixas de transporte e focinheira

Ainda falando do transporte dos animais nas dependências comuns do condomínio:

Quando estiver saindo ou entrando do prédio, se possível, dê preferência as caixas de transporte no caso de pets de pequeno porte.

Principalmente os gatos, que não têm o costume de andar de coleira.

No caso dos animais de grande porte, que aos olhos dos vizinhos possam parecer agressivos, não abra mão do uso da focinheira.

Por mais dócil que você saiba que o seu amigo seja.

Isso, mais uma vez, garantirá a segurança e a paz, evitando qualquer transtorno com vizinho.

O que fazer se o pet late demais?

Latir é algo natural dos cães.

É a forma que eles reagem às mais diversas situações.

Até mesmo aos vizinhos barulhentos que não têm pets.

Porém, se os latidos ocorrem em excesso, pode ser um indício de que pode estar acontecendo algo com ele.

Como estresse por estar preso demais no apartamento, ou até mesmo algum problema de saúde.

Para evitar qualquer estresse do seu animal ou relação aos latidos, procure levá-lo para passear em horários não muito movimentados.

Protegendo a sua saúde e melhorando a do seu pet.

Outra dica em relação ao excesso de latidos é procurar um adestrador profissional.

Ele(a) saberá utilizar as técnicas para que se tenha mais controle sobre o animal.

Dentro disso, é importante lembrar também da Lei do Silêncio presente na maioria dos condomínios.

Ela serve para determinar um horário no qual é proibido qualquer excesso de barulho.

E quebrar essa lei com algum latido alto e excessivo do seu animal pode acabar gerando advertências ou até mesmo punições mais severas.

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