Entrada e sinal: qual a diferença entre elas? Entenda!

Entrada e sinal: qual a diferença entre elas? Entenda!

No processo de realizar a compra do tão sonhado imóvel, muita coisa pode acontecer e, acima de tudo, é preciso ter um certo entendimento para não cair em malandragens e pessoas que agem má fé, e que podem acabar atrapalhando a tão sonhada compra do seu primeiro imóvel. Como é o caso de ser compreender a diferença entre dar um sinal e dar uma entrada.

Você sabe a diferença? Não? Então acompanhe abaixo a nossa explicação e descubra de uma vez por todas!

O que é a entrada?

Se você já seguiu as dicas que sempre damos aqui e sabe da importância de se realizar uma simulação antes de tomar qualquer decisão, compreender o que é a entrada se torna mais ainda fácil!

LEIA MAIS: Por que você deve simular o seu crédito antes de comprar um imóvel?

Em um rápido resumo, a entrada é a diferença entre o quanto banco liberou para financiar o seu imóvel – Que geralmente gira em torno de 20% desse total, ou seja, é financiado no máximo 80% do imóvel, mas que varia muito de cliente para cliente, renda, casos, etc. – e o valor total dele.

Por isso, antes de qualquer coisa, a simulação é uma ótima opção para compreender melhor o funcionamento do processo de financiamento e o valor da sua entrada!

O que é sinal?

No caso do sinal, o cliente paga à vista. Mas calma, não se assuste! É o sinal é pago no ato do fechamento da sua compra e a sua finalidade é garantir a compra do imóvel, ou seja, o possível comprador que está interessado no imóvel, oferece uma quantia em dinheiro para que o vendedor garanta que a compra será da pessoa. Esse valor também varia muito de caso para caso, mas geralmente fica na casa dos 10% para imóveis avulsos, e entre 7% e 12% para os na planta.

O mais vantajoso do sinal é que ele faz parte do valor da entrada, isto é, não é algo a mais, mas sim uma estratégia inteligente de facilitar a compra. Por exemplo, a pessoa está querendo comprar um imóvel que custa 100 mil reais, e consegue financiar 80 mil dele, os 20 mil restantes serão pagos como entrada e no dia em que o comprador assinar o contrato, o vendedor e o corretor irão combinar como será a melhor forma de executar o pagamento, e é comum vermos casos onde se divide os 20 mil em um sinal de 5 mil pagos na hora da assinatura do contrato da imobiliária, e os 15 mil restantes a serem pagos no dia da assinatura do contrato de financiamento da empresa responsável.

É importante compreender que tudo se trata de exemplos e que cada negociação é única, mas na regra geral, o sinal é parte do valor da entrada e o que é negociável é o prazo que se paga o restante da entrada e quanto será pago de sinal.

Qual a importância do sinal na compra do imóvel?

Como explicamos acima, ele garante a compra do imóvel. Mas é preciso ter bastante cautela e profissionais capacitados para que não haja nenhum problema, já que existem dois tipos de “sinal”: o confirmatório e o indenizatório.

O indenizatório, ou penitencial, é para fins de indenização em casos de o contrato não ser cumprido por culpa de umas das partes ou algum eventual arrependimento. Assim, ele deverá ser pago ao comprador o valor do “sinal”, corrigido monetariamente, mais o equivalente, acrescido de juros e dos honorários advocatícios. Porém, em casos onde o comprador for o culpado, ele perderá entre 10% e 15% do sinal.

Já o confirmatório, é utilizado pelo comprador com o objetivo de confirmar a sua intenção de comprar, sendo abatido do valor total quando ocorrer a efetivação do negócio. Por conta disso, é necessário deixar tudo bem claro a finalidade do tipo de “sinal”, já que o comprador pode confundir com a entrada e causar uma dor de cabeça.

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